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05/10/2009 - O ABC DA GESTÃO FINANCEIRA PESSOAL - SETEMBRO
AS INFORMAçõES QUE VOCê PROCURA REUNIDAS EM UM úNICO LUGAR

CHEQUES - A quantidade de cheques devolvidos em agosto, por falta de fundos, caiu 14,04% em relação a julho. Na comparação com o mesmo mês de 2008, o índice ficou praticamente estável, com leve alta de 0,02%.

De acordo com levantamento da Equifax, no oitavo mês do ano, foram devolvidos 1,989 milhão de cheques por falta de fundos. Considerando os dias úteis, o resultado de julho de 2009 foi 5,85% inferior ao do mês anterior, em função do menor número de dias úteis em agosto (21 dias) em relação a julho (23 dias).

Ainda segundo o levantamento, o número de títulos protestados em agosto também registrou queda, de 13,93%, frente a julho. No oitavo mês do ano, houve 725.246 protestos, contra 842.596 um mês antes. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando 665.453 títulos foram protestados, houve aumento de 8,99% no volume.

A análise de inadimplência da Equifax é baseada em informações públicas fornecidas pelo Banco Central, por meio de cartórios, juntas comerciais, fóruns e a partir das transações comerciais realizadas por 28 mil clientes em todo o País.

O banco de dados registra 338,8 milhões de informações positivas, 121 milhões sobre cheques sem fundos, 31,5 milhões de títulos protestados, 137,7 mil informações sobre falências, concordatas e recuperações judiciais e 8,7 mil registros de empresas golpistas.

Fonte: Equifax

COMÉRCIO VAREJISTA - O setor varejista nacional ficou estagnado em setembro, após uma sequência de sete altas consecutivas, segundo pesquisa divulgada pela Serasa Experian, empresa especializada na análise de crédito. O indicador de atividade do comércio, elaborado pela Serasa, iguala, assim, a variação registrada em janeiro deste ano. No mês passado, o segmento de veículos, motos e peças foi o destaque, com crescimento de 6,5% devido à proximidade do fim dos incentivos fiscais ao setor --no mês passado, os consumidores correram às concessionárias para aproveitar o último mês antes da elevação gradual do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Desde o dia 1º deste mês, o tributo reduzido em dezembro do ano passado para carros voltou a subir gradativamente, e chegará à alíquota original em janeiro. A alta nas vendas naquele segmento, no entanto, não contrabalançou as quedas de 0,6% no segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática; de 0,3% no movimento das lojas de material de construção; e de 2,1% na atividade do segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. O segmento de combustíveis e lubrificantes teve alta de 1%, e o de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas teve alta de 0,1%.

Fonte: Serasa Experian

COMPETITIVIDADE - O Brasil ganhou oito posições no ranking anual de competitividade do Fórum Econômico Mundial e chegou ao 56º lugar em 2009, segundo a Fundação Dom Cabral no Brasil. A lista ainda ganhou um novo líder, a Suíça. Os Estados Unidos foram superados por conta dos problemas gerados pela crise financeira.

O estudo analisa as condições que os países oferecem para que as empresas neles instaladas consigam competir internacionalmente, a partir de 12 itens, entre eles segurança institucional, infraestrutura, estabilidade macroeconômica, saúde, educação, mercado de trabalho e sistema financeiro.

Apesar de o Brasil ser destaque no relatório, citado como um dos países que melhor sairão da atual crise econômica global, uma série de pontos fracos ainda persiste, segundo o organismo, em especial no que tange a confiança na classe política, a dificuldade em avançar em reformas estruturais e na má qualidade da educação.

Fonte: Fundação Dom Cabral

 

CONTRATAÇÃO - É de cerca de 8,6 mil trabalhadores temporários a previsão de contratação de mão de obra para reforçar as empresas no final de ano no Rio Grande do Sul. O cálculo é da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem). Em todo o Brasil, esse número será de 123 mil.


Além de enriquecer qualquer currículo, o trabalho temporário é uma porta para a conquista da vaga efetiva. Segundo dados da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre, geralmente 20% dos funcionários temporários são efetivados após o término do contrato.

 

Há dois perfis de funcionários que disputam vagas temporárias. São os que esperam permanecer no emprego e aqueles que procuram apenas uma renda extra no final do ano. Entre as funções mais solicitadas para a época, estão fiscais de loja, empacotadores, atendentes, estoquistas, etiquetadores, operadores de telemarketing, auxiliar de crédito, analista de crédito e Papai Noel. A CDL Porto Alegre ainda não tem uma expectativa sobre o número de temporários que deverão ser contratados na Capital. Os recrutamentos deverão começar entre o final de outubro e o início de novembro.

Fonte: Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário e CDL Porto Alegre

 

CRISE - Uma pesquisa realizada pela consultoria Ernst & Young com executivos brasileiros mostrou que as empresas brasileiras mudaram suas estratégias para se adaptar à crise econômica, mas que na maior parte dos casos não houve corte de vagas.

Quarenta por cento dos executivos ouvidos pela Ernst & Young em maio disseram que suas empresas já haviam mudado suas estratégia devido à crise.

Segundo a pesquisa, empresas deram prioridade para melhorar o seu capital de giro, otimizar as receitas e reduzir custos. O ponto menos importante para a maioria dos empresários foi diversificar o portfólio de clientes.

A pesquisa revelou que em 28% das empresas havia previsão de algum tipo de corte de vagas até maio de 2010. No entanto, a maioria decidiu manter o mesmo número de vagas (40%) ou contratar mais pessoas (32%).

A desvalorização do dólar diante do real - uma das consequências da crise econômica até o momento - também foi um fator que afetou a estratégia das empresas. Quase 50% dos executivos acreditam que o valor da moeda americana provocará um aumento da receita no próximo ano, mas para 20% dos entrevistados isso deve causar uma queda na rentabilidade.

Fonte: Ernst & Young

 

EMPREGO - O emprego industrial subiu 0,4% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. O resultado positivo interrompe uma sequência de nove quedas consecutivas na ocupação no setor nessa base de comparação.

Na comparação com julho do ano passado, porém, o emprego na indústria caiu 7,0%, o pior resultado na comparação com igual mês de ano anterior apurado pelo IBGE desde o início da série histórica da pesquisa, em 2001. No ano, o emprego na indústria acumula queda de 5,4% e em 12 meses, recuo de 2,7%.

O valor da folha de pagamento real da indústria aumentou 0,1% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE. O resultado reverte uma queda de 1,7% apurada na folha do setor em junho ante maio. Nos confrontos com iguais períodos de 2008, o valor total da folha de pagamento apresentou resultados negativos no índice mensal (-3,9% ante julho do ano passado) e no acumulado no ano (-1,6%). O indicador acumulado dos últimos 12 meses \"prossegue com redução no ritmo do crescimento desde setembro do ano passado\" (quando alcançou alta de 6,7%)\", atingindo 1,5% em julho/09.

Fonte: IBGE 

EMPRÉSTIMO PESSOAL - Os empréstimos para pessoas físicas registraram taxa média mensal de 8,80% no cheque especial, enquanto o juro médio das operações para crédito pessoal ficou em 5,25% ao mês. No Crédito Direto ao Consumidor (CDC), a taxa média ficou em torno de 2,80% ao mês. No cartão de crédito (nacional) com juros rotativos, a taxa oscilou de 4,10% a 11,9% ao mês, enquanto a dos juros parcelados ficou entre 3,99% e 10,10% ao mês.

A linha de crédito oferecida para empresas, nas modalidades como vendor e compror, apresentou taxa anual de 34,12% a 70,63% ao ano. No capital de giro, a taxa anual também varia entre 34,12% e 70,63%. A linha de hot money varia de 3,79% a 4,79%. No desconto de duplicata as taxas ficaram entre 2,29% e 3,35% ao mês e, no desconto de cheque entre 2,36% e 3,48%. Nas operações com conta garantida, o custo variou de 2,77% a 5,28% ao mês.

Fonte: Investimentos e Notícias

INADIMPLÊNCIA -  A inadimplência no crédito é um dos principais motivos apontados pelos banqueiros brasileiros para que o spread (diferença entre o que a instituição paga ao captar o dinheiro e o que cobra ao repassá-lo aos clientes) seja tão alto. No entanto, um levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra que a relação entre empréstimos em atraso e crédito total no Brasil está dentro da média internacional.

Os dados revelam que essa taxa era de 2,9% no último trimestre do ano passado, o período mais recente disponível. Na Argentina, o índice de inadimplência era de 2,5%, no México, também de 2,5% e, na Venezuela, de 2,3%.

O resultado não é muito diferente quando se consideram os demais países que fazem parte dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China). Na Rússia, a taxa era de 2,5%, na Índia, de 2,3% e, na China, também de 2,5%. Levando-se em conta países desenvolvidos, os números não diferem substancialmente: EUA (2,3%), Japão (1,5%), França (2,7%) e Itália (4,6%) possuem taxas de inadimplência próximas das registradas no Brasil.

Fonte: O Estado de S. Paulo

INADIMPLÊNCIA DAS EMPRESAS - O retorno gradual do crédito começou a dar mais segurança às empresas brasileiras, mostrou o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas. De acordo com o indicador, houve declínio de 12,7% na inadimplência das pessoas jurídicas em agosto em relação a julho. A normalização da liquidez das companhias, a redução da inadimplência do consumidor e o fator calendário (agosto teve dois dias úteis a menos que julho) contribuíram para a queda.

O mercado interno avança, segundo os analistas da Serasa Experian, para se tornar novamente o \"sustentáculo da economia\", sendo que o crédito é decisivo para o processo. No entanto, as companhias que atuam somente no setor de exportação enfrentam dificuldades para vender seus produtos. Com o real apreciado, elas ainda sofrem com a perda de competitividade.

Na comparação entre agosto deste ano e o mesmo mês do ano passado, a inadimplência das empresas aumentou 19,8%. Mesmo assim, essa foi a menor ampliação desde maio ante o mesmo mês de 2008. O resultado também é explicado pela melhora da situação da economia, segundo a Serasa Experian.

Fonte: Serasa Experian

INFLAÇÃO - A inflação oficial usada pelo governo, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), desacelerou para 0,15% em agosto, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se do menor índice desde agosto de 2006, quando havia sido registrada ligeira variação positiva de 0,05%.

Em julho, o índice registrou alta de 0,24%. Em agosto de 2008, a inflação havia sido de 0,28%. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 4,36% --abaixo da meta oficial estipulada pelo governo, de 4,50%. De janeiro a agosto, a inflação foi de 2,97%, ante 4,48% em igual período no ano passado. Os preços dos alimentos ficaram estáveis no mês passado, com variação negativa de 0,01%, depois de terem registrado deflação de 0,06% em julho.

Fonte: IBGE

INFLAÇÃO 2 - O IPC-3i, índice que mede a variação de preços voltada para consumidores acima dos 60 anos de idade, fechou o terceiro trimestre com alta de 0,86%, abaixo do 1,15% apurado no segundo trimestre, informou nesta quarta-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas). No ano, a variação acumulada pelo índice é de 3,56%, enquanto nos últimos 12 meses, a taxa está em 5,22%.

Entre as sete classes de despesa que compõem o indicador, as principais contribuições para a desaceleração vieram dos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (2,26% para 0,53%) e Despesas Diversas (4,98% para 1,08%), com destaque para os itens: medicamentos em geral (5,04% para 0,06%) e cigarros (20,78% para 0,00%). Também contribuiu para a desaceleração o grupo Vestuário (1,93% para -0,44%), com destaque para os itens roupas (2,61% para -0,80%).

Já os grupos Transportes (-0,37% para 0,77%), Habitação (1,30% para 1,59%), Alimentação (0,35% para 0,60%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,98% para -0,44%) apresentaram alta, com destaque para os itens: álcool combustível (-10,15% para 8,66%), tarifa de eletricidade residencial (0,69% para 4,37%), frutas (-10,28% para 16,14%) e passagem aérea (-18,36% para -5,30%).

Fonte: FGV

PIB - Economistas consultados pelo Banco Central melhoraram suas previsões em relação à variação do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano. De acordo com a pesquisa Focus, a retração em 2009 será de 0,16%, estimativa mais otimista do que a feita anteriormente, que era de queda de 0,30%. Para 2010, a previsão de crescimento se manteve em 4%.

A previsão para a inflação neste ano ficou praticamente estável. Para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), é de 4,30% contra 4,29%. A estimativa para o índice, que serve como meta para o BC, aumentou depois de cinco semanas de queda. A meta de inflação para 2009 é de 4,50%, podendo chegar a 6,5% (teto da meta). Para 2010, o mercado prevê inflação de 4,30%.

Já a expectativa para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) passou de queda de 0,64% para redução de 0,67%. Para o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), a previsão piorou, passando de 0,72% para 0,74%. Os dois indicadores são usados no cálculo dos reajustes de contratos e preços administrados, entre eles, contas de luz e aluguéis.

A previsão para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica), ficou em 4,21%, contra 4,12% anteriormente. Para 2010, as previsões para os IGPs e para o IPC-Fipe se mantiveram em 4,5%.

Fonte: Focus

 

POUPANÇA - Os depósitos da caderneta de poupança superaram os saques no mês de setembro, resultando em uma captação positiva de R$ 3,51 bilhões -a segunda maior do ano, de acordo com o Banco Central. É o quinto mês consecutivo em que o saldo entre os depósitos e os saques é positivo. O resultado em setembro só é menor do que o de julho, quando o saldo foi positivo em R$ 6,7 bilhões. Em agosto, a captação foi positiva em R$ 3,1 bilhões.

No mês passado, os depósitos somaram R$ 84,86 bilhões e os saques R$ 81,35 bilhões. O mês teve 21 dias úteis. No acumulado do ano, os depósitos já superam os saques em R$ 15,7 bilhões. No mesmo período do ano passado, a captação estava positiva em R$ 10 bilhões. Com a captação positiva registrada neste ano, o estoque de dinheiro nesse tipo de investimento já se aproximada da marca histórica dos R$ 300 bilhões - está em R$ 299,92 bilhões. No final do ano passado, o total de recursos depositados na poupança era de R$ 270,5 bilhões. Além da captação positiva do período, a poupança recebeu ainda R$ 13,7 bilhões relativos à rentabilidade do dinheiro que já está aplicado.

Fonte: Banco Central do Brasil

 

SALÁRIO MÍNIMO - O Executivo federal entregou ao Congresso a proposta de Lei Orçamentária do último ano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os números do texto mostram que o Executivo está otimista quanto ao desempenho da economia em 2010. O crescimento do PIB foi estimado em 4,5%. O salário mínimo foi fixado em R$ 505,90, o que representa um aumento nominal de 8,8% em relação ao deste ano (R$ 465).

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que a equipe econômica chegou a cogitar um crescimento de 5% para o PIB, mas recuou a pedido do ministro da Fazenda, Guido Mantega. O governo estima que a economia vai encerrar o próximo ano somando R$ 3,33 trilhões. Para 2009, a última estimativa oficial é de R$ 3,05 trilhões.


\"Estamos convencidos de que o Brasil já passou pela crise. Vamos chegar ao fim deste ano crescendo em torno de 4%\", disse Bernardo, após sair do gabinete do presidente do Senado, José Sarney, a quem entregou a proposta orçamentária. O ministro disse que o novo orçamento reflete uma melhoria geral da economia.


O valor do mínimo ainda não está fechado. Ele dependerá do crescimento da economia em 2008 - cujo número final deverá ser divulgado pelo IBGE em novembro - e da inflação deste ano, medida pelo INPC.

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados

 

TAXAS DE POBREZA - Passado um ano do início do período mais agudo da crise econômica mundial, as taxas de pobreza e desigualdade no Brasil permanecem praticamente no mesmo nível em que estavam antes de setembro de 2008. \"A sociedade brasileira, tanto em termos de pobreza como de desigualdade, está no mesmo ponto do pré-crise\", diz o economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri.

 

Segundo Neri, \"o grande resultado desta crise\" foi a parada súbita na redução da pobreza e da desigualdade, que vinha ocorrendo a um ritmo forte nos últimos anos, com uma média de 5 milhões de pessoas deixando a pobreza a cada ano. No entanto, o economista diz que, diante da gravidade da crise, este é um bom resultado.


\"Acho que é um empate. E acho que o empate é um bom resultado num cenário de crise\", afirma. O economista afirma que a desigualdade registrou \"piora clara\" em janeiro, mas depois os indicadores retomaram o movimento de queda mês a mês.


De acordo com Neri, na chamada \"época de ouro\", que vai de junho de 2003 a junho de 2008, a classe E (os pobres) teve redução de 39,5%. De junho de 2008 a junho deste ano, encolheu apenas 0,4%. A classe C cresceu 25,6% nos cinco anos até junho de 2008. Nos 12 meses seguintes, o crescimento foi de 1,8%, diz Neri.


Em relação às classes A e B, que representam o topo da pirâmide social, houve crescimento de 34,1% de junho de 2003 a junho de 2008. De junho de 2008 a junho deste ano, foi registrada redução de 2%.

\"De maneira geral, o Brasil vinha numa fase de ouro. O grande custo da crise foi interromper esse processo\", afirma Neri.

Fonte: Fundação Getúlio Vargas

 

 

 



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