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15/07/2009 - O ABC DA GESTÃO FINANCEIRA PESSOAL - MAIO
AS INFORMAçõES QUE VOCê PROCURA REUNIDAS EM UM úNICO LUGAR

CONSUMO - As mulheres solteiras costumam fazer mais compras do que as casadas, segundo revela pesquisa da Ipsos Marplan, intitulada \"Perfil Mulheres de 30 anos\", consolidada no ano de 2008.

De acordo com o estudo, 56% delas fazem compras em lojas de departamentos, contra 54% das casadas. Quando o local do consumo é o shopping center, a diferença sobe para quatro pontos percentuais: 54% frente a 50%, respectivamente.

As solteiras também cultivam mais o hábito de comer ou passear em shoppings (47% contra 44%), ir à praia (46% contra 42%), ir a shows (31% contra 22%), frequentar danceterias e casas noturnas (20% contra 11%), frequentar clubes (16% contra 11%), ir a museus ou exposições (9% contra 7%), ir a eventos patrocinados por empresas e marcas (6% contra 4%) e assistir futebol em estádios (6% contra 4%).

Fonte: InfoMoney


CRÉDITO
- As operações de crédito do sistema financeiro tiveram expansão de 0,8% em maio ante abril, segundo dados do BC. Com a variação, o estoque dessas operações aumentou de R$ 1,249 trilhão para R$ 1,259 trilhão no período. No acumulado dos últimos 12 meses até maio, as operações de crédito do sistema financeiro apresentaram expansão de 20,5%. A participação do crédito no Produto Interno Bruto (PIB) passou para 43% no mês passado, de 42,8% no mês anterior.

Fonte: Agência Estado

CRÉDITO 2 - O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito registrou crescimento de 4,0% em junho de 2009 na comparação com o mês anterior (maio/09). Com este crescimento, a demanda do consumidor por crédito encerrou o primeiro semestre de 2009 acima do patamar registrado em outubro de 2008, mês em que a crise financeira internacional desembarcou, de fato, sobre a economia brasileira.

Na abertura regional, em junho houve crescimento da demanda do consumidor por crédito em todas as regiões. A maior expansão foi observada na região Norte (alta de 8,1%), seguida pelas regiões Sul (+6,9%), Centro-Oeste (+4,5%), Nordeste (+4,2%) e Sudeste (2,4%).

No acumulado do primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano passado, todas as regiões apresentaram queda na procura dos consumidores por crédito. A maior delas foi verificada na região Nordeste (-9,5%), seguida pelo Norte (-6,9%), Sudeste (-6,7%), Sul (-5,5%) e Centro-Oeste (-5,1%). Como as maiores concentrações de consumidores de baixa renda se encontram nas regiões Norte e Nordeste é natural que estas regiões tenham apresentado as maiores quedas na procura dos consumidores, dado que a baixa renda foi a mais atingida pela crise financeira internacional, no que diz respeito à procura por crédito (ver abertura por rendimento pessoal mensal).

Fonte: Serasa


CRISE -
A crise financeira internacional deve levar cerca de 53 milhões de pessoas para a pobreza e deixar entre 18 e 51 milhões de desempregados, segundo dados do Banco Mundial e da Organização Internacional do Trabalho.

Fonte: InfoMoney


DESEMPREGO -
A crise econômica e o medo do desemprego fizeram com que os consumidores brasileiros diminuíssem seus gastos com prestações em 23,68%, segundo indicou o INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor). Em relação ao quarto mês do ano passado, quando o gasto era de R$ 70, a queda foi de 17,14%. Os gastos passaram de R$ 76 em março para R$ 58 em abril, o segundo menor valor da série histórica. Apenas em outubro de 2005, os gastos foram menores, de R$ 56.

Fonte: InfoMoney


DÍVIDAS COM BANCOS –
Levantamento feito pela Serasa revela que as dívidas dos brasileiros com os bancos atingiram valor médio de R$ 1.333,15 no primeiro quadrimestre de 2009, o que representa uma queda de 2,4% sobre o mesmo período de 2008.

Já as pendências com títulos protestados registraram um valor médio de R$ 1.042,81 nos quatro primeiros meses do ano. Frente ao mesmo período do ano anterior, percebe-se uma alta de 14%.

Ainda de acordo com a Serasa, o valor médio dos cheques devolvidos registrados chegou a R$ 844,69 - 32,6% a mais, frente aos quatro primeiros meses de 2008. Em último lugar aparecem as dívidas com cartões de crédito e financeiras, cujo valor médio ficou em R$ 374,91 no trimestre, quantia 13,5% inferior à do mesmo período do ano passado.

Fonte: InfoMoney

EMPRESAS - Depois de três meses consecutivos de crescimento na casa dos 5%, a demanda das empresas por crédito desacelerou no mês de junho. Segundo o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, a alta verificada em junho de 2009 foi de 0,9%. Embora tenha sido menor, o crescimento observado em junho foi a quarta alta mensal consecutiva na demanda das empresas por crédito, confirmando a atual trajetória de recuperação iniciada ao final do primeiro trimestre deste ano.

Em termos de variação anual, isto é, contra o mesmo mês do ano passado, junho de 2009 apresentou recuo de 2,3% ante junho de 2008, a menor queda do semestre neste critério de comparação. No acumulado do primeiro semestre de 2009, o recuo na demanda das empresas por crédito foi de 6,7% em relação ao acumulado de janeiro a junho de 2008.

Fonte: Serasa


ENDIVIDAMENTO
– O endividamento das famílias aumentou R$ 10 bilhões (2,4%), atingindo a cifra recorde de R$ 426,5 bilhões. Esse saldo devedor corresponde a 14,5% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, nível comparável ao da Inglaterra. Os brasileiros estão pendurados em dívidas muito caras, como o cheque especial e o cartão de crédito, com taxas de juros próximas de 170% ao ano. O nível de calote entre as pessoas físicas fechou maio em 8,6%, patamar sem precedentes desde julho de 1994, quando o Banco Central passou a fazer o levantamento.

 

Fonte: Correio Brasiliense

 

FALÊNCIAS - Apesar dos sinais cada vez mais consistentes de recuperação econômica, as empresas ainda não têm normalizado o financiamento de suas atividades. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, foram registradas no primeiro semestre de 2009, 1169 pedidos de falências. No mesmo período de 2008, foram verificados 1170 requerimentos.   

O número de falências decretadas, por sua vez, apresentou queda na relação entre os acumulados. De janeiro a junho de 2009, foram 405 decretos, contra 482 nos seis primeiros meses do ano anterior. Segundo os analistas da Serasa Experian, mesmo com as empresas tendo dificuldades financeiras por conta da crise, não apresentam um quadro falimentar mais grave do que aquele registrado no 1º semestre do ano passado, quando a conjuntura econômica era outra, mais favorável. A utilização da recuperação tem sido uma alternativa à falência.

Fonte: Serasa

INADIMPLÊNCIA - A inadimplência média no crédito com recursos livres de direcionamento atingiu em maio 5,5% das operações, o maior nível desde setembro de 2000, quando o índice estava em 5,7%. No último mês de abril, o porcentual de inadimplência no crédito livre tinha sido de 5,2%. Em maio de 2008, a taxa estava em 4,3%. O aumento dos atrasos nos pagamentos aconteceu nos dois segmentos de crédito, pessoa física e jurídica. Nos financiamentos às famílias, a parcela das operações com atraso superior a 90 dias chegou a 8,6%, o maior nível da série histórica do BC, iniciada em junho de 2000.

Antes dessa marca, o recorde anterior era de abril de 2009, quando a taxa estava em 8,4%. Em maio de 2008, a inadimplência na pessoa física era de 7,4%. Nas operações para empresas, a inadimplência chegou a 3,2% em maio, o maior nível desde maio de 2001, quando estava em 4,2%. Em abril de 2009, o índice estava em 2,9% e, em maio do ano passado, em 1,8%.

JUROS - A taxa média de juros no crédito livre (taxa de juros livremente pactuada) caiu a 37,9% em maio, segundo o BC. Em abril, havia sido de 38,6%. No caso da pessoa física, o juro médio caiu a 47,3% em maio, de 48,8% no mês anterior. Já no levantamento para a pessoa jurídica, a taxa média cedeu de 28,8% em abril para 28,5% no mês passado. Apesar das reduções, no levantamento geral a taxa média ainda revela elevação de 0,3 ponto porcentual no acumulado de 12 meses.

O Banco Central registrou também queda do spread médio das operações de crédito livre, de 28,2 ponto porcentual, em abril, para 28,1 ponto porcentual em maio. No caso da pessoa física, houve redução do spread médio para 37,4 ponto porcentual em maio, de 38,5 ponto porcentual no mês anterior. Já em relação ao dado apurado para a pessoa jurídica, houve elevação do spread médio de 18,3 ponto porcentual, em abril, para 18,7 ponto porcentual no mês passado. No acumulado de 12 meses até maio, o spread médio apresentou elevação em todos os levantamentos: geral (3,6 ponto porcentual), pessoa jurídica (4,2 ponto porcentual) e pessoa física (3,9 ponto porcentual).

Fonte: Agência Estado

 



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